04/04/2018
Vida cristã
Se vivemos como Cristo, existe um “viver padrão” que nos foi ensinado por ele mesmo
Redação CPIMW

O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom (Rm 12.9)

Leitura: Romanos 12.9-21

Você já se perguntou alguma vez como deve viver a vida cristã? Vivemos numa época muito relativista, em que cada um faz sua própria verdade e tem seus valores éticos morais. Mas se vivemos como Cristo, existe um “viver padrão” que nos foi ensinado por ele mesmo. E no texto que você acabou de ler, o apóstolo ensina à comunidade de Roma aquilo que ele mesmo aprendeu de Cristo. Jesus foi o modelo que Paulo procurou seguir ao longo da sua vida. Aos coríntios ele escreveu: “Tornem-se meus imitadores, como eu sou de Cristo” (1 Co 11.1). Aos efésios diz: “Sejam imitadores de Deus como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5.1).

O amor deve ser sincero, enfatiza Paulo. Não deve ser aquele amor interesseiro ao qual estamos tão acostumados. Amamos esperando uma recompensa. Isso se mostra na nossa relação com Deus e com nosso próximo. Podemos amar a Deus pelo que ele tem a nos oferecer e não simplesmente pelo que é. E o mesmo acontece em relação ao nosso próximo. Mas não é dessa forma que Deus espera que vivamos nossa vida. 

Em algum momento da sua vida alguém já lhe deve ter feito mal. Como você reagiu? É “normal”, no mundo em que vivemos, procurar se vingar. Mas somos ensinados a não retribuir a ninguém mal por mal. Pelo contrário, se nosso inimigo tiver fome, devemos dar-lhe de comer; se tiver sede, dar-lhe de beber. A ira e a vingança pertencem a Deus. E nós devemos procurar viver em paz com todos. Não é fácil, mas o Senhor nos ajudará.

Tome como alvo da sua vida ser um imitador de Cristo. Pergunte-se o que ele faria em seu lugar. Como ele se comportaria diante de situações que aparecem na sua vida. E, por fim, é preciso coragem e determinação para tornar real o que sabemos que ele faria se estivesse em nosso lugar.

Marcos Passig, extraído do livro “Devocional Wesleyano”

 

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