19/09/2016
Missão de mãe
Nada é mais gratificante do que ver a nossa semeadura frutificar
Redação CPIMW

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A mãe quando consciente de seu papel - que é, além de trazer ao mundo uma vida, participar da formação de uma família - contribui com a sociedade.

Como sabemos, todos os seres humanos têm tarefas a desempenhar na terra e, com certeza, todas são importantes, pois é exatamente isso que traz o equilíbrio para a vivência em sociedade.

No entanto, peço permissão para dar uma ênfase ao papel de mãe, uma vez que ele é muito abrangente, e por isso precisa ter uma graça especial, do contrário sucumbirá diante do enorme peso de sua responsabilidade, o que lhe trará frustração, ao invés de satisfação e, pior ainda, transmitirá isso àqueles que por um período de tempo estiveram ao seu lado, de quem recebera, não apenas a existência e os primeiros cuidados, mas as orientações básicas para enfrentar a vida.


A minha sogra, que chegou a ser mãe de 11 filhos, com certa frequência costumava dizer: “A tarefa mais difícil que um ser humano tem a realizar na terra é a criação de filhos”. Não obstante ter sido uma mãe exemplar, mas dizia isso com base em suas experiências, e porque entendia que preparar uma pessoa para a vida exige um grande empenho, acompanhando o seu dia a dia, até que sai para realizar seus sonhos com uma base sólida.

A mãe quando consciente de seu papel, que é, além de trazer ao mundo uma vida, participar da formação de uma família, contribui com a sociedade e, o mais importante de tudo, coopera com os propósitos de Deus para com a humanidade.

Costumamos admirar as pessoas que se sobressaem em meio a sua geração, e às vezes são lembradas séculos depois de sua morte, mas nem sempre percebemos o papel que sua mãe exerceu em sua formação. Em alguns casos tomamos conhecimento por meio das declarações de seus filhos que atribuem o seu sucesso aos pais, e neste caso, em especial, a mãe, como disse Immanuel Kant: “Nunca me esquecerei de minha mãe, porque foi ela que plantou as primeiras sementes do bem em mim. Abriu meu coração para as manifestações da natureza; despertou meu entendimento e alargou meu horizonte; seus preceitos exerceram uma influência permanente sobre o curso de minha vida”.

O conhecidíssimo Evangelista Billy Graham com certeza recebeu uma formação religiosa de excelente qualidade não apenas da igreja, ou do seminário onde estudou teologia, mas desde cedo em sua casa por meio de sua mãe, conforme ele próprio afirma: “Minha mãe costumava olhar pela janela todas as manhãs e dizer 'este talvez seja o dia em que Cristo voltará'. Ela vivia com essa expectativa diária... Era essa a esperança de minha mãe até que se foi finalmente para estar com Ele.”

Cabe a nós, como mães que somos, e até mesmo as que são avós, em saber que a nossa missão, ainda que às vezes seja árdua, tem a sua recompensa, pois nada é mais gratificante do que sabermos que a nossa semeadura ao longo dos anos certamente frutificará, e que Deus nos recompensará por isso.


Este texto é de autoria da missionária Maria Lúcia Ribeiro dos Santos e faz parte de uma série de estudos publicados pelo Voz de Mulher em 2013 e 2014.

 

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