20/09/2016
O que aconteceu com a adoração?
A verdadeira adoração a Deus deve ser uma atitude e uma condição mental constante
Redação CPIMW



 

Há muitas ideias estranhas sobre Deus hoje em dia e, portando, há todos os tipos de substitutos para a verdadeira adoração. Frequentemente tenho ouvido um ou outro na Igreja cristã confessar com tristeza: “Acho que não sei muito sobre Deus.”

Se essa for uma confissão verdadeira, quem a fez deveria então ser honesto o bastante para fazer uma confissão necessária e paralela: “Acho que não sei muito sobre adoração.”
Na verdade, crenças básicas sobre a pessoa e a natureza de Deus têm mudado tanto que há agora entre nós homens e mulheres que gostam de contar vantagens dos benefícios que recebem de Deus, sem sequer pensarem sobre ou desejarem conhecer o verdadeiro significado da adoração!

Eu reajo imediatamente a esses equívocos extremos quanto à verdadeira natureza de um Deus santo e soberano.A primeira delas é crer que a última coisa que Deus deseja é ter cristãos mundanos e de mente rasa contando vantagem por causa do seu relacionamento com Ele.

A segunda é que não me parece estar claro para muitos que o maior desejo divino é o de que todos os Seus filhos crentes O amem e O queiram tanto que estejam continuamente em Sua presença, em Espírito e em verdade.Isso é, de fato, adoração.

Algo maravilhoso, miraculoso e transformador ocorre dentro da alma humana quando Jesus Cristo é convidado a entrar e tomar o lugar que Lhe é de direito. É exatamente isso o que Deus antecipou quando traçou o plano da salvação. Ele desejou tornar rebeldes em adoradores; desejou restaurar a homens e mulheres o espaço da adoração que nossos primeiros pais conheceram quando foram criados.

Se experimentarmos essa realidade abençoada em nossa própria vida, então ficará evidente que não estamos apenas esperando pelo domingo chegar, para então “irmos à igreja e adorarmos”.
A verdadeira adoração a Deus deve ser uma atitude e uma condição mental constante e consistente dentro do crente. Ela sempre será um reconhecimento bendito de que devemos armar e cultuar, sujeita nesta vida a diferentes níveis de perfeição e de intensidade.

*Extraído do site fazchover.com.br

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